quarta-feira, 16 de abril de 2014

Job: Revista Atrevidinha / Modelo: maria Eugênia

Confiram nossa modelo teen Maria Eugênia na edição de Abril da Revista Atrevidinha! Parabéns Maria!




terça-feira, 15 de abril de 2014

Dicas nini: Seu filho único não precisa ser mimado

Pais de filhos únicos tendem a superprotegê-los,
o que pode gerar problemas no futuro
O casal se separou, a idade dos pais já está avançada, a falta de grana pesou e por aí vão os motivos que levam adultos a tomar uma decisão que pode fazer diferença no futuro: ter um filho só. Surge aí uma família em que não existirão tios ou primos, e na qual o cuidado com os pais idosos ficará a cargo de um único filho. Mas, no tempo presente, ter um pimpolho que convive só com adultos em casa exige cuidados diferentes na forma de educar.


Divida tarefas com a criança, deixando-a, por exemplo, amarrar os próprios cadarços

"Há vantagens e desvantagens em todos os formatos de famílias, e dar um irmão 
a seu filho não é garantia de união", ressalta a terapeuta familiar Roberta Palermo. 
Uma criança sem irmãos, no entanto, tende a ser mais protegida pelos pais, 
e a falta de regras e de rotina pode gerar problemas ao longo da vida. 
Um filho único que não tem frustrações pode se tornar uma criança birrenta e um adulto intolerante para lidar com as dificuldades. Mas o egoísmo não é regra: em uma família adequadamente estruturada, educar um filho único dá trabalho, mas garante que ele 
tenha as mesmas noções que uma criança com irmãos.
Educar uma criança que convive apenas com adultos em casa é diferente de educar irmãos

Para perceber se seu filho único está sendo mimado, uma pergunta simples responde a 
questão: quem está decidindo as rotinas da casa, você ou ele? 
Todos seguem os mesmos limites ou as regras funcionam em função do desejo 
de exceção da criança? Para o professor do departamento de psicologia da Universidade 
Federal de Minas Gerais (UFMG) Orestes Diniz Neto, filhos únicos são únicos apenas 
para seus pais, e devem ser educados para respeitar crianças e adultos ao seu redor. 
"Pais, não façam do desejo da criança o seu desejo e nem um imperialismo", orienta o especialista.
Rotina ensina as crianças a lidarem com a frustração,
por isso estabeleça horários a serem seguidos

São os pais os responsáveis por decidir a hora de deitar, se é momento para o pequeno 
assistir à televisão ou se ele merece ganhar o brinquedo da vitrine da loja. 
A rotina dá estabilidade emocional ao cotidiano da criança e a ensina a lidar com a frustração. 

"Toda criança deve aprender a esperar e a batalhar pelos desejos", diz Neto. 


Divida responsabilidades
No dia a dia, divida as responsabilidades com a criança. Se ela não encontra seus pertences, 
por exemplo, ajude-a a procurar, mas não procure para ela. Deixe que ela arrume o quarto, 
amarre o próprio tênis e vista o uniforme. Outra dica: mesmo filhos únicos precisam 
conviver com "irmãos postiços", como primos ou amigos. Por isso, vale estimular que 
as crianças visitem casas de colegas da escola e frequentem parquinhos de diversão. 
Quanto aos mimos, a terapeuta Roberta dá um último alerta: dar afeto e cuidado não é mimar. 
Fazer pequenos mimos de vez em quando é saudável, o fundamental é ter bom senso e não fazer tudo sempre pelo pequeno. 

Mimos eventuais são bem-vindos, o que não pode é fazer tudo sempre pela criança

Fonte: http://mulher.terra.com.br/vida-de-mae/seu-filho-unico-nao-precisa-ser-mimado,c1b13472cb5ae310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Job: Desfile Lilica Ripilica no SP Fashion Week / Modelos: Isabela Cenci e a Emily Datti

Nossas ninis Isabela Cenci e a Emily Datti marcaram presença nos desfiles do São Paulo Fashion Week! As pequenas desfilaram para a marca Lilica Ripilica esbanjando fofura! Parabéns meninas!!! Confiram!



Isabela Cenci


Emilly Datti
Emilly Datti

Isabela Cenci (centro)


A Chiquitita Maria - Sophia Valverde


quinta-feira, 10 de abril de 2014

Dicas Nini: Igualdade de gênero - Seja na escola, seja em casa, os meninos e as meninas devem ter direitos e deveres iguais

A igualdade de gêneros é fundamental para as sociedades democráticas e igualitárias


Igualdade entre meninos e meninas significará, no futuro, igualdade entre homens e mulheres. Você ainda acha que a cor azul é só para os meninos e a rosa, só para as meninas? Na sua casa, após o almoço de domingo, as mulheres vão limpar a cozinha enquanto os homens vão ver televisão? Se você respondeu positivamente a essas perguntas, então está na hora de sua família reavaliar alguns conceitos e costumes.

A educação para a chamada igualdade de gêneros ou, em outras palavras, a igualdade entre homens e mulheres, é uma tarefa que deve começar em casa. Crianças que aprendem que meninos e meninas devem ter direitos, deveres e oportunidades iguais serão adultos que saberão respeitar o outro, independentemente do fato de ser homem ou mulher.

A igualdade de gêneros é considerada uma das bases para construir uma sociedade com menos preconceito e discriminação. "A igualdade de gêneros é fundamental para as sociedades democráticas e igualitárias. Muita coisa mudou desde a década de 1970, quando as mulheres entraram massivamente para o mercado de trabalho, mas ainda existem muitas disparidades. Por exemplo, as estatísticas nos mostram que as mulheres ainda têm salários menores que os dos homens e ganham 70% do que eles ganham, em média", afirma Eleonora Menicucci, ministra-chefe da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República.

Para combater desigualdades como essa, a educação é uma base importantíssima. "Para a construção de uma sociedade baseada na igualdade precisamos que esse princípio seja inserido na educação, tanto na escola quanto em casa. A educação tem o poder de ajudar a mudar os valores de uma sociedade", afirma a ministra. Veja as dicas para promover a igualdade de gêneros no seu lar:


1.1. Dê o exemplo
Não dá para falar em igualdade de gêneros com as crianças se os adultos não aplicam na prática o que falam. Em outras palavras, os pais precisam dar o modelo, dividindo, por exemplo, as tarefas domésticas: é tarefa tanto do pai quanto da mãe lavar a louça, assim como tanto o pai quanto a mãe têm capacidade para trocar o pneu do carro. "Isso também se aplica no que diz respeito à vida escolar dos filhos. Os homens também devem frequentar reuniões escolares e ajudar os filhos nos deveres de casa", diz a pedagoga Marina Pedrosa, coordenadora do Ensino Fundamental I do Colégio Augusto Laranja.

2.2. Dê tarefas iguais para meninos e meninas
Desde pequenas, as crianças devem ser ensinadas a realizar tarefas para ajudar nos cuidados com o lar. E essas tarefas devem ser divididas igualmente entre meninos e meninas. "Os pais têm de mostrar dentro de casa que não é para o menino ir jogar futebol enquanto a menina ajuda a mãe na cozinha. Ambos devem ajudar na cozinha e ambos podem ir jogar futebol", diz Eleonora Menicucci, ministra-chefe da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República. "Muitas vezes os pais fazem uma divisão em casa de tarefas que consideram masculinas e tarefas femininas: as meninas ajudam a arrumar a casa enquanto os meninos ajudam a lavar o carro. Na verdade, tanto meninos quanto meninas podem e devem ajudar na arrumação da casa quanto nos cuidados com o carro ou aprendendo a fazer pequenos consertos domésticos", diz a pedagoga Marina Pedrosa, coordenadora do Ensino Fundamental I do Colégio Augusto Laranja.

3.3. Dê oportunidades iguais para meninos e meninas
Sem essa de que futebol é coisa de menino e balé é de menina. Hoje em dia há cada vez mais meninas interessadas em jogar bola e não há nada de errado em um menino que goste de dançar. "Os pais têm de oferecer um leque amplo de possibilidade de atividades para que os filhos escolham o que mais lhes interessa, mas sem reforçar estereótipos. Muitas vezes os meninos vão mesmo se interessar mais pela bola, mas há aqueles que não gostam de futebol e vão optar por outra coisa. Os pais devem saber entender e estimular as escolhas dos filhos", diz Quezia Bombonatto, presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia (ABPp).

4.4. Aproveite as brincadeiras para ensinar sobre igualdade
Também nas brincadeiras e nos brinquedos que dão para os seus filhos os pais têm uma oportunidade de ensinar sobre a igualdade de gêneros. Não quer dizer que o pai deva comprar uma boneca para o filho e querer que ele brinque com ela contra a vontade. Mas quer dizer que deve aceitar e tratar de forma natural se o menino pedir um brinquedo classificado como "de menina". O mesmo, claro, se aplica às meninas. "Quando minha filha era pequena, uma vez me pediu de presente um caminhão ‘bem grandão’. Dar um caminhão a uma menina não influencia em nada sua identidade feminina. Assim como dar uma boneca a um menino não compromete sua masculinidade", conta Quezia Bombonatto, presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia (ABPp). Da mesma forma que a menina pode brincar de caminhão, o menino também pode participar de uma brincadeira de casinha. "Ele pode ser o ‘pai’ na brincadeira, e isso inclui ajudar a cuidar do ‘filhinho’, trocando sua fralda ou cozinhando para ele", explica Quezia.

5.5. Combata os preconceitos
"Meninos não choram", "rosa é cor de menina", "lugar de mulher é na cozinha". Quem nunca ouviu frases como essas? Elas estão entre as ideias que ressaltam o preconceito em relação aos papéis masculinos e femininos na sociedade. "Os pais não devem reproduzir esses conceitos dentro de casa, mas mostrar que, por exemplo, muitos homens usam camisas cor de rosa hoje em dia e que não há nada de errado com isso", diz a pedagoga Marina Pedrosa, coordenadora do Ensino Fundamental I do Colégio Augusto Laranja.

6.6. Ensine o respeito
Se em uma discussão entre crianças, um "xingar" o outro de "mulherzinha" ou de "gay", é hora de entrar em cena para ter uma conversa com o grupo. É preciso mostrar que com essa atitude eles estão tendo um comportamento de preconceito: mulheres e homossexuais precisam ser respeitados e essas palavras não podem ser usadas como xingamento. As crianças devem aprender que é preciso respeitar todas as pessoas, independentemente de seu sexo ou de sua orientação sexual. "Não é preciso dar uma "super aula", especialmente quando se trata de crianças menores, mas usando frases simples os adultos podem orientar a agir com respeito e esclarecer as dúvidas das crianças", diz a pedagoga Marina Pedrosa, coordenadora do Ensino Fundamental I do Colégio Augusto Laranja. Da mesma forma, o respeito deve estar presente quando as crianças crescem e iniciam seus primeiros relacionamentos amorosos. Nessas horas cabe ensinar aos filhos sobre as mudanças que seus corpos estão sofrendo e sobre o respeito que devem ter por seu próprio corpo e pelo do outro também.

Fonte: http://educarparacrescer.abril.com.br/comportamento/igualdade-genero-756416.shtml de 08/10/2013
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